libertaste-me o espanto
com teu gáudio
timbrado de infinidade
apuraste as palavras
com agrados de eras remotas
e angras que não percorri
matizaste de anil
as ermidas brancas
pausadas nesse tempo
de devaneios que fruo na alma
de repente
venceste os silêncios
e caiaste o teu nome
em meu tecto cerrado
alexandra, agosto,
2011