sábado, 15 de dezembro de 2012




como sol de outono
em tarde de invernia
lambes anseios caídos
no estio das noites idas
fundes os desejos
reclusos em instantes
que escorrem agora
na sebe dos meus dias


alexandra, dezembro, 2012





3 comentários:

Maria João disse...


Orvalhos, de que bebem as horas mortas de nós.

Obrigada!!
Um beijinho

Nilson Barcelli disse...

Belo poema, gostei muito.
Alexandra, querida amiga, desejo-te um Feliz Natal, extensivo aos que te são mais queridos.
Beijo.

Nilson Barcelli disse...

Passei para ver as novidades... mas reli-te com agrado.
Bom Natal, querida amiga.
Beijo.