domingo, 4 de janeiro de 2015


trago-te nos olhos
meu amor
do crepitar da aurora
ao entorpecer da vida
duras no meu peito
és o abraço perpétuo
matizado na alma
            árida de ti            



alexandra, janeiro, 2015 



12 comentários:

AC disse...

Entre o crepitar e o entorpecer se escrevem fecundas páginas da vida.

Um sorridente 2015! :)

vendedor de ilusão disse...

Deves ouvir à rodo, mas, mesmo assim, a mim, não custa enfatizar que és uma inspirada extremamente criativa. E lho digo a julgar por este encantador poema sem mesmo ter lido os demais, que claro, aos miúdos, irei fazendo já que por aqui estou ficando...
Abraço, cara poetisa.

A.S. disse...

Belissimo Alexandra!...

Bjus

A.S. disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
A.S. disse...

Belo!...
Deliciosamente sensual!


Beijo,
AL

Vanessa Palombo disse...

Tocante....

Abçs

Maria Luisa Adães disse...

O amor e a eternidade
predominam em seus versos

E eu o sinto e o louvo
"No dissipar da Maré e da Bruma!

Graças por a ter conhecido
em Ingrid!

Maria Luísa

"os7degraus"

Nilson Barcelli disse...

Devias escrever mais vezes, porque a tua poesia é muito boa.
Tem um bom fim de semana, querida amiga Alexandra.
Beijo.

Daniel C.da Silva (Lobinho) disse...

Gostei muito :)

Vanessa Palombo disse...

Intenso...

Abçs

Sandra Botelho disse...

E assim ao crepitar da aurora o poeta canta o seu amor...
Lindo demais meu amigo.
Bjos achocolatados

Cadinho RoCo disse...

A poesia se faz presente até na aridez do nosso sentir.
Cadinho RoCo